Marco Feliciano Assume A Presidência dos Direitos Humanos e já sofre criticas dos ativistas gay



Nesta quarta-feira (06) o pastor e deputado federal Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria (CDHM), durante a sessão que o pastor foi escolhido com presidente e nas próximas horas, ele tem recebido ataques críticos de muitos ativistas gays, que não aceitavam sua eleição, pois declaram que Marco Feliciano é “racista e homofóbico”.
Com todas essas críticas que o novo presidente da CDHM tem recebido, também apareceu muita gente que o defenda, como os pastores Abner Ferreira, presidente da Igreja Assembleia de Deus em Madureira e o pastor Rubens Teixeira, também da Assembleia de Deus.
O pastor Abner Ferreira se disse furioso com a atitude dos ativistas gays em não querer um deputado evangélico com líder da CDHM. Ele ainda disse que os ativistas gays “demonstram de forma equívoca o mais sórdido e asqueroso preconceito religioso”.
Abner Ferreira também lembrou que os ativistas querem legalizar tudo aquilo que pode “acabar com as convicções da família tradicional”, onde ele citou como exemplo o projeto de lei denominado “Gabriela Leite”, que pretende aprovar que a prostituição se torne uma profissão regulamentada.
O pastor Rubens Teixeira também se mostrou incomodado com a atitude dos ativistas. Durante a sua matéria ele perguntou: “Mas por que tanta fúria dos opositores a ponto de o deputado ter que sair escoltado do seu local de trabalho no dia 6 de março de 2013?”, onde ele respondeu dizendo que enquanto o número de evangélicos cresce no Brasil, ocorre um fortalecimento do pensamento cristão, mas o pastor ressaltou que quando ocorre este crescimento também ocorre um crescimento de uma ditadura de minoria que discorda deste pensamento, por não aceitarem princípios cristãos.
Rubens Teixeira também defendeu o pastor Marco Feliciano sobre o vídeo que foi postado demonstrando o método que ele recolheu as ofertas quando estava pregando em sua igreja, onde ele disse que: “As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados”.
Leia na íntegra as postagens feitas pelos pastores Abner Ferreira e Rubens Teixeira:
Marco Feliciano assume Comissão de Direitos Humanos(Abner Ferreira)
Eis que, para os imbecis que difundem a ditadura da mordaça da livre expressão, um parlamentar de confissão cristã não pode jamais comandar a Comissão de Direitos Humanos.
Este comportamento dos ativistas da degradação da família tradicional demostra de forma inequívoca o mais sórdido e asqueroso preconceito religioso.
O que existe na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal que impediria um evangélico de comandá-la? Fiquei curioso.
O que estão escondendo a ponto de impedir que um deputado evangélico assuma o cargo?
Um acordo de lideranças fechado na quarta-feira, 27 de fevereiro, estabeleceu que a presidência da comissão ficará com o PSC.
O PT, que tradicionalmente comanda esse colegiado, abriu mão da vaga em favor da sigla cristã, que faz parte da base de apoio do governo Dilma Rousseff.
O que é fato indiscutível – mesmo para uma parte da mídia tendenciosa, difamatória e falaciosa –, é que a última gestão da comissão foi quase totalmente dedicada a temas relacionados ao ativismo gay e seus privilégios.
Agora, a possibilidade de termos um deputado evangélico no comando do colegiado causou revolta entre os ativistas.
Não só isso. A possibilidade de termos um parlamentar militante pela família tradicional brasileira é rotulado como o algoz da causa gay.
Por isso o empenho dos ativistas em tentar legalizar tudo aquilo que pode acabar com as convicções da família tradicional, incluindo o vil projeto de lei denominado “Gabriela Leite” que pretende – se aprovado – tornar a prostituição uma profissão devidamente regulamentada. Ainda, entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a opinião contra a prática homossexual.
Os boçais que acusam os evangélicos de intolerância, promovem, de maneira grotesca, a intolerância religiosa mais grotesca, que agride moralmente, xinga, grita, parte para a baixaria e exige o silêncio da maioria.
A verdade é que existe um longo embate entre ativistas gays e a bancada evangélica na Câmara. Marco Feliciano é um parlamentar que não se omitiu ao debate democrático, inteligente, é um teólogo, de origem humilde e evangélico.
Nos temas em que acusam o deputado Marco Feliciano de ser “racista” e “homofóbico” ele fazia reflexões sobre correntes de interpretação teológica, jamais perpetuando sua posição pessoal… Porém, como de costume, a militância gay tirou do contexto sua fala e promoveu através da mídia “gayzista” uma publicidade para denegrir a imagem do deputado.
Marco Feliciano tem sim a legitimidade e o direito de assumir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Jamais foi e será homofóbico, muito menos racista, mas sofre, como a grande maioria de cristãos evangélicos, de um repugnante preconceito, discriminação e intolerância religiosa.
Marco Feliciano assumirá a presidência Comissão de Direitos Humanos e Minorias não apenas por ser evangélico, apesar de outros religiosos já terem comandado o colegiado, inclusive um ex-padre. Marco Feliciano tem densidade política, capacidade intelectual e foi eleito democraticamente com uma expressiva votação de vários milhares de votos.
O que realmente preocupa os “gayzistas” é o fato de seus ideais serem divulgados, debatidos e confrontados – o que é fundamental para uma democracia séria.”

Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa(Rubens Teixeira)
O que está gerando tanta fúria para tentar impedir a posse do  deputado ‪Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara de Deputados? Seria a pessoa do deputado Marco Feliciano? Seria o seu partido, o PSC? Claro que não. Ninguém conseguiu demonstrar nada que pudesse denegrir a imagem do deputado e com isso inviabilizá-lo ao cargo. O seu partido, embora o nome tenha a palavra cristão, é um partido plural que não representa só o seguimento evangélico ou o católico, como poderia parecer. Não parece que este partido tenha compromissos com instituições religiosas que transcendam os seus interesses naturais de busca pelo poder, como qualquer outro partido político. Evangélicos ou católicos têm em todos os partidos e os anticristãos irão atrás dos verdadeiros cristãos aonde eles estiverem.
Mas por que tanta fúria dos opositores a ponto de o deputado ter que sair escoltado do seu local de trabalho no dia 6 de março de 2013? A razão parece evidente. Enquanto o número de evangélicos cresce no país e ocorre um fortalecimento do pensamento cristão, há também uma tentativa de impor uma ditadura de minoria dos que discordam desse pensamento. Por não aceitarem os princípios cristãos, estão partindo para uma intolerância religiosa implacável e são furiosamente contra qualquer pessoa que defenda esses valores. Para isso, não se furtam sequer de praticar violências, difamações, etc.
O Jornal O Globo do dia 7 de março de 2013, dia em que estou escrevendo este artigo, publicou um vídeo em que, não o deputado, mas o pastor Marco Feliciano pede ofertas em sua igreja. A matéria tem um tom pejorativo e jocoso. Como não sou da igreja dele, não tenho nada a ver com o método que ele se utiliza para pedir ofertas. As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados.
Aliás, o que têm essas mídias com as ofertas? Querem proteger o patrimônio do povo? Claro que não. A parte maldosa da mídia que dá essa abordagem é da tropa de choque anticristã. Sabem que estas ofertas correspondem à construção de mais templos, mais pregações e mais conversões, o que a desespera.  Se fossem preocupados com a proteção do patrimônio da sociedade, não fariam propaganda de loterias e de outros jogos de azar, pois sabem que a probabilidade de se ganhar é minúscula e não vale à pena gastar os recursos que têm, sabendo que uns ganham e muitos perdem. Se há algum bem para poucos, há frustração e prejuízos para milhões.
Quando um órgão de mídia publica um vídeo em que se pede oferta com o intuito de denegrir a imagem de um parlamentar, fiquem certos de que é o pior que foi encontrado. Como ele está fazendo isso entre um grupo de pessoas membras voluntárias de uma comunidade, isso é problema deles. Se realmente não encontraram nada, parabéns para o deputado. Para o jornal, lamento atacarem de forma tão covarde o parlamentar, além de não respeitarem a liturgia do culto, a vida particular da comunidade, de seus membros e dos evangélicos de um modo geral.
Estes mesmos órgãos de imprensa, patrocinados por bancos, falam com parcimônia dos juros exorbitantes dos bancos e ainda fazem campanha contra os governos que atingem os interesses dos donos do dinheiro. Você sabe por que na grande mídia costuma prevalecer o pessimismo exagerado na economia? Porque o pessimismo no controle inflacionário indica que os juros “precisam subir”. Juros mais altos significam mais dinheiro no bolso dos donos do capital, sócios das mídias, à custa de risco de desemprego para o trabalhador.
Não nos enganemos, há uma mistura de verdades e mentiras em alguns noticiários em que há evidente disputa de interesses econômicos e políticos. De acordo com os interesses, o que é mentira, pode ir para o rol das verdades e o que é verdade pode ir para o rol das mentiras, tudo conforme uma composição de valores morais dos editores, associada aos interesses envolvidos: ora prevalece os valores, ora os interesses. Veja: o que parece uma matéria inocente, mostra um vídeo que está no ar há muito tempo. Por que só agora mostraram? Coincidência? O jornal publica em destaque exatamente no dia em que vão decidir sobre a posse do deputado na referida comissão. A matéria, parecendo um furo de reportagem, pega o cidadão desarmado, causando-lhe furor e rejeição ao parlamentar.
Os cristãos definitivamente defendem valores que julgam ser importantes para a sociedade. Valores esses que protegem, por exemplo, a vida e a família. Agora, lamento que estes setores da mídia, sensíveis ao aborto – morte de crianças, ou por queima de arquivo, para não denunciar um ato imoral sigiloso, ou por qualquer outra forma de rejeição – ou porque são favoráveis a leis que prestigiem a legalização das drogas e da prostituição, ou porque defendem o sepultamento do Supremo Interesse do Menor e a exaltação do Supremo Desprestígio do Menor, ao darem crianças como experiências forçadas de relações afetivas incertas para elas. Enfim, os cristãos são atacados porque alguns preferem, por exemplo, depois de uma noite de sexo regada a uísque com a amante em um dos motéis da cidade, terem como refeição a sua família esmagada e, de sobremesa, um bebê, gerado na orgia, triturado por um aborto.

autor:HÉBER FRAGA 

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