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Os Traumas da Vida de Mefibosete



II Samuel 9:1-9
A palavra trauma é oriunda do vocábulo grego e mantém um significado de ferida. Já no contexto psicológico o trauma é considerado como uma interferência forte o suficiente para não permitir que uma ação original aconteça, tendo assim a capacidade de mudar o rumo, o direcionamento da vida de uma pessoa, de forma que esta pessoa seja afastada por forças externas de seu projeto de vida, cometendo assim um pecado, ou seja, um desvio daquilo de que se realmente é.
A Bíblia narra em II Samuel a história de um homem chamado Mefibosete, filho de Jonatas, filho de Saul, um príncipe, homem de descendência real que quando criança é acometido por um acidente e se torna aleijado (IISm 4: 1-4). Uma interferência forte começa então a mudar a história de um príncipe, o seu projeto de vida, tudo aquilo que seu pai tinha sonhado para ele.
O que tem te afastado da posição de príncipe? Uma queda (pecado), forças externas?
Mefibosete é o que podemos denominar O COLECIONADOR DE TRAUMAS, toda a sua vida foi marcada por decepções, perdas irreparáveis, frustrações e angústias. O histórico de vida de mefibosete nos mostra que os traumas começaram na sua infância. O NOME: O primeiro nome de mefibosete tinha sido meribe-baal (O senhor contende) mais por causa da semelhança ao deus dos cananeus, logo seu nome foi mudado para ISHBOSET (homem de vergonha) algum tempo depois surge mefibosete (alguma coisa indigna/ exterminador da vergonha)
O príncipe, herdeiro do trono, agora é um homem envergonhado, detentor de traumas, cheio de frustrações.

Os traumas da vida de mefibosete

1- O trauma físico (IISm 4) – o trauma físico sofrido por mefibosete impedia que ele exercesse a posição de guerreiro, de valente. Geralmente todos os príncipes em Israel tinham que ir a guerra, empunhar suas espadas, defender o rei, mefibosete não conseguia, imagine a frustração de ver todos os seus irmãos irem à batalha vestidos com armaduras, e ele sozinho não poder ir. O trauma físico veio acompanhado de outra notícia bombástica, de uma dor terrível

2 - O trauma familiar - Imagine alguém chegando à porta de sua casa gritando: TEU PAI É MORTO E TODOS OS SEUS FILHOS E SUA CASA, essa noticia chegou aos ouvidos de mefibosete, um novo trauma, uma dor ainda mais forte, mefibosete naquele momento passava a estar sem pai, sem irmãos sem ninguém.

3 - O trauma emocional- As dores físicas e familiares causaram em mefibosete uma dor emocional profunda, a ponto dele mesmo olhar para ele como um cão morto. Um dos mais inferiores tratamentos em Israel era ser chamado de cão ou cabeça de cão. Agora imagine a própria pessoa se autodenominar CÃO MORTO. (II Sm 9:8) Ser chamado de cão morto dava a idéia de ser imprestável, miserável e sujo (II Sm 16:9) O Senhor Jesus disse certa vez: vinde a mim todos os cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei.
4 - O trauma social- Em conseqüência do trauma físico e familiar mefibosete é levado a um lugar denominado LÔ DEBAR (sem pasto/ lugar do esquecimento) um lugar onde ovelha nenhuma poderia viver. Uma cidade destinada aos doentes, aos miseráveis, cegos leprosos enfim os emprestáveis. Foi no lugar do esquecimento, no meio deste cenário que mefibosete viveu por quase vinte anos. Mefibosete era um homem que tinha nascido para viver de tragédias, ou melhor, não viver. Ser esquecido é um dos piores sentimentos sociais que alguém pode sentir. Mas o Senhor não nos esqueceu. Em Lc 19:10 o pastor vai em busca da ovelha perdida, num lugar sem pasto, ou seja, em lô debar. O rei Davi se lembrou da aliança que tinha feito com Jonatas. Jesus te lembra hoje da aliança feita com você. O posicionamento de Davi foi semelhante à ação de Jesus.( restituição)

5 - O trauma espiritual- Os complexos, feridas na alma causaram na vida de mefibosete uma idéia de escravidão, ele perdeu a posição de príncipe, todos os bens de sua família, passando a ser escravo de seus traumas. Mefibosete talvez tinha esquecido da ação de Deus, talvez este não se lembrava mais das vitórias que Deus tinha concedido ao seu pai Saul. 
Mefibosete era oprimido espiritualmente,e andava se arrastando sem FÉ alguma. Alguns homens de Deus, também, passaram por grandes crises e traumas, o próprio Davi nos salmos narra suas constantes aflições (Sl. 57:6/ Sl. 38:8/ Sl. 69:29)
Diante de tudo isso, de todas as frustrações o Rei olha para um homem lançado ao chão, no meio da amargura e vê um príncipe, foi assim que Davi olhou para Mefibosete. A Bíblia ao narrar os milagres de Jesus diz que ELE fitava os olhos nas pessoas, fixava os olhos e dizia a tua fé te salvou. Deus não te vê como um derrotado, como um aleijado, mas sim como um príncipe. O próprio Davi tinha saído de um lugar de esquecimento e foi posto como príncipe.

A restauração começa em Jerusalém, mefibosete foi levado do lugar do esquecimento a uma terra de paz (Jerusalém) A restauração na sua vida pode começar com os princípios existentes na ação de mefibosete:

1- Mefibosete foi ao Rei como estava. A bíblia narra a história de uma mulher sírio-fenícia que foi até Jesus e se humilhou na presença dele de maneira semelhante à ação de mefibosete.

2- Mefibosete reconheceu sua situação. Para que haja restauração é necessário reconhecimento, confissão. Davi enquanto não reconheceu seu estado, seu pecado tinha os seus ossos envelhecidos (Sl 35:2) O povo de Israel precisou reconhecer sua situação de escravidão para que houvesse restituição

3- Mefibosete estava cheio de temor. O temor no Senhor é fonte de sabedoria (Pv. 9:10). Precisamos entrar na sala do trono, diante do REI com temor (Sl 19:9) Assim, faziam os sacerdotes quando entravam no santo dos santos.

A partir do dia em que mefibosete entrou na presença do rei , ele passou a comer pão continuamente na presença do REI, os seus termos de possessão foram restituídos, o homem que tinha perdido a posição de príncipe e se tornado escravo é novamente colocado como príncipe , como um dos filhos do Rei.


Escravo da Mastubarção ….isso vem de Deus ?

Masturbação é pecado? Se você conseguir se masturbar pensando em uma cachoeira ou numa paisagem, você é uma espécie digna de ser estudada.
Nossos olhos O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a “candeia do corpo” (Mt 6:22, 23) e que se os “olhos forem maus”, o corpo “será tenebroso”. Esta verdade descreve mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente.
Reflita sobre as seguintes observações:
1. Vejamos a definição de lascívia e luxúria: “Gratificação dos sentidos ou indulgência para com o apetite; dedicado ou preocupado com os sentidos” e “desejo sexual intenso”. A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?
2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para cobiçá-la, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mt 5:27, 28). Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? O que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura?
3. Em seguida, reflita sobre a santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro – uma farsa, uma falsificação, um dolo.
4. A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: “Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Ef 2:3).
5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências” (Rm 6:12).
Paulo também diz: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6:12).
Você é escravo da masturbação?

Autor Desconhecido *

Deixando O Mundo Do Lado De Fora

“Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós.  Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações” (Tiago 4:8).
“Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda.  Da mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão que constitui o perigo.  Qualquer coisa que ofusca a minha visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu trabalho cristão, está errado para mim e eu devo rejeitá-la.” (J.  Wilbur Chapman)
Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida?  O lado externo ou interno?  Temos, como cristãos, repelido todas as armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e sedutoras que sejam?  Temos compreendido que o nosso testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome do Senhor?
Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso “pecadinho” não terá nenhuma influência em nossa vida espiritual.  Cremos dessa forma e estamos completamente enganados.  Um grande afastamento de Deus começa por um pequeno passo a poucos centímetros dEle!  E quanto mais longe estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à
Sua presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.
Quando um navio começa a afundar?  Quando tem alguns centímetros de água em seu interior.  Quando um cristão começa a afundar espiritualmente?  Quando um pequeno pecado se instala em seu coração.  Se o comandante obtém sucesso em deter a entrada de água logo no início, o navio se salva.  Se o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.
Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.

Como Pipoca




Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou:
vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor!
Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que, assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.
Talvez hoje você não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa…
Mas tenha certeza que quanto mais quente o fogo, mas rápido a pipoca estoura.

JUGO SUAVE

      Em conhecida passagem do Evangelho, Jesus afirma:
      Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei.
      Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo.
     O convite é tentador, pois o Mestre promete alívio para as dores humanas.
     Também garante repouso para as almas, ao afirmar que seu jugo é suave e seu fardo é leve.
     Em um mundo turbulento, alívio, repouso, suavidade e leveza são autênticos tesouros.
     Em meio à correria da vida moderna, é possível ser rico de tudo, menos de paz.
     Por vezes, as tarefas e os compromissos surgem esmagadores.
     Na busca de sucesso e de bens materiais, as pessoas perdem a noção do que realmente importa.
    As horas de trabalho são multiplicadas, talvez desnecessariamente.
    Para comprar um carro mais novo ou uma casa maior, abre-se mão de um precioso tempo de repouso ou meditação.
    A convivência familiar torna-se algo secundário.
    Garante-se que os filhos tenham acesso às melhores escolas, mas se abre mão de transmitir-lhes valores.
    Os jovens são instruídos, mas não educados.
    Para lucrar bastante, profissionais deixam de lado a ética.
    Passam a ter vergonha de si próprios, enquanto ganham muito dinheiro.
    Com o objetivo de terem companhia, ainda que temporária, muitas mulheres abdicam de sua dignidade feminina.
    Para parecerem modernos, jovens aceitam experimentar cigarros, bebidas e drogas.
   Tudo parece valer a pena, desde que seja possível surgir aos olhos alheios como bem-sucedido.
   Entretanto, a alma permanece carente de paz.
   As conquistas materiais cintilam, mas os seus possuidores adoecem, desenvolvem problemas de sono e distúrbios psicológicos os mais diversos.
   São ricos de coisas e de distrações, mas lamentáveis em seu desequilíbrio.
   Estão conquistando o mundo, mas perdendo a si próprios.
   Nesse contexto turbulento, convém recordar as palavras de Jesus.
   Ele ofereceu alívio, repouso, suavidade e leveza.
   São genuínos tesouros, que ninguém pode roubar.
   Oscilações da Bolsa de Valores, desemprego, doenças e traições, nada consegue afetar o verdadeiro equilíbrio espiritual.
   Quem adquire paz de espírito jamais a perde.
   Mas é importante observar que Jesus não apenas fez o oferecimento.
   Também recomendou que se aprendesse com ele, que é brando e humilde de coração.
   Ou seja, é preciso seguir os exemplos do Cristo, a fim de se viver em paz.
   Ele enfatizou a importância da brandura e da humildade.
   Assim, para não se perder nas ilusões mundanas, importa manter-se humilde.
   Igualmente convém desenvolver brandura, não se imaginar em combate feroz com os semelhantes.
   Não é preciso vencer ninguém para ser feliz.
Instruir-se e trabalhar, pois isso é necessário à vida.
   Mas não gastar tempo em disputas vãs ou ilusões passageiras.
   Jamais admitir corromper a própria essência, mesmo diante das maiores tentações.
   Havendo dúvida sobre a conduta correta, recordar a figura digna e sábia de Jesus.
   Ter em mente os sublimes exemplos do Cristo é o melhor antídoto contra ilusões que apenas causam sofrimentos.
   Segui-los pode não ser fácil, mas eles constituem um jugo suave, na medida em que propiciam a verdadeira paz.
Pense nisso.

Acaso, alguém ensinará a ciência a Deus?


Deus é o todo poderoso, disso a gente sabe. Ou não?
Deus é tão poderoso, tão poderoso, que nunca mente nenhuma humana será capaz de entender. Deus fez o mar, a terra, e cada estrela do céu e, o homem nunca entenderá o seu real poder.
Você tem orado? Se a resposta foi sim, como é sua oração? Você respeita a Deus na oração?
Veja bem:  
JÓ 21:22
“Acaso, alguém ensinará ciência a Deus, a Ele que julga os que estão nos céus?”

Por essa palavra, podemos ver que ninguém no mundo pode dizer a Deus como proceder, pois Ele é o todo poderoso.
Quando você for orar, não se esqueça de dizer uma simples frase: “seja feita a Sua vontade” (MT6:10).
Deus não precisa jamais da nossa opnião sobre o que ele deve fazer. Ele perguntou a Jó:

JÓ 38:4
“onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo se tendes entendimento.”

O que Jó poderia dizer? Veja irmãos, as vezes, a gente quer ensinar a Deus, como Jó quis, mas, Ele é o Deus superior, esquecemos que Ele fez tudo o que existe, e não somos nada. Oramos e dizemos, faça isso, faça aquilo, não é assim.
Quem somos nós para dizer a Deus, faça isso, faça aquilo?
Quando orar, clame pela misericórdia de Deus, pois nós somos cinza e pó, nada temos, nada somos. Deus porém, é e tem, dEle é o infinito, dEle é o ouro e a prata, todo o poder que há no mundo, esse é Deus.
Clamem pela misericórdia dEle, não o ensine.
A paz do Senhor a todos.